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Gestalt-Terapia |
| Gestalt-Terapia é uma terapia experiencial e do presente, fundada
por Frederick (Fritz) e Laura Perls na década de 1940. Ela ensina
a terapeutas e pacientes o método experiencial da "awareness",
no qual perceber, sentir e agir são distinguidos da interpretação
e das atitudes evasivas preexistentes. A ênfase está em observar,
descrever e explicar a estrutura exata do que está sendo experienciado
no aqui e agora.
Interpretações, especulações, classificações são consideradas menos confiáveis do que são diretamente percebidas e sentidas. Pacientes e terapeutas na Gestalt-Terapia dialogam, ou seja, comunicam suas perspectivas experienciais. Diferenças nas perspectivas tornam-se o foco da experimentação e da continuação do diálogo existencial, focado na existência das pessoas, nos relacionamentos, nas alegrias e sofrimentos, como são experienciados diretamente. Os dados disponíveis para observação direta pelo terapeuta são estudados pelo foco fenomenológico, com experimentos, relatos dos participantes e diálogo. O foco fenomenológico ajuda as pessoas a ficarem distantes da sua maneira usual de pensar, portanto elas podem constatar a diferença entre o que está atualmente sendo percebido e sentido na experiência vivenciada no aqui e agora e o que é resíduo do passado. O objetivo é de que os pacientes se tornem conscientes do que eles estão fazendo, como eles estão fazendo isso, e como eles podem mudar-se, e ao mesmo tempo, aprenderem a reconhecer-se, a aceitar-se e a ter auto-estima. Embora o foco do processo terapêutico seja o presente (aqui e agora), a experiência passada tem sua importância a partir da forma como afeta o "agora", surgindo como situações inacabadas, hábitos e crenças. A Gestalt-Terapia foca mais o processo ( o que está acontecendo ) do que o conteúdo ( o que está sendo discutido/questionado/examinado ). A ênfase é no que está sendo experienciado, pensado e sentido no momento, antes do que, foi, poderia ser ou deveria ser. O gestalt-terapeuta trabalha com estes elementos no aqui-agora criando condições para o paciente conscientizar-se dos mesmos, experimentar novas possibilidades de comportamentos, reformular sua existência. Aprendendo a acompanhar o seu próprio processo, o paciente poderá escolher e desenvolver seus próprios caminhos. |
| Bibliografia :
Awareness, Dialogue, and Process The Gestalt Journal Press 1993 Gary Yontef, Ph.D. |
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PENSAMENTO DE FREUD |
| A interpretação dos sonhos é, de
fato, a estrada real para o conhecimento
do inconsciente, a base mais segura da psicanálise. É campo onde cada trabalhador pode por si mesmo chegar a adquirir convicção própria, bem como atingir maiores aperfeiçoamentos. Quando me perguntam como pode uma pessoa fazer-se psicanalista, respondo que é pelo estudo dos próprios sonhos. |
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SIGMUND FREUD (1856-1939) O Pensamento vivo de Freud Martin Claret Editores |
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A PSICOLOGIA JUNGUIANA Carl Gustav Jung, psicólogo e psicanalista suíço
(1875-1961) |
| Teoria da Personalidade Para Jung, a personalidade como um todo é denominada PSIQUE.
A psique abrange todos os pensamentos, sentimentos e Podem-se distinguir três níveis na psique. São eles
: A CONSCIÊNCIA é a parte da mente conhecida diretamente
pelo E existem 2 atitudes que orientam a mente consciente : O processo pelo qual a consciência de uma pessoa se A meta da individuação é CONHECER A SI MESMO. Do processo de individuação da consciência aparece O ego é o nome dado por Jung à organização
da O ego atua como um filtro para a personalidade, tendo As experiências recebidas que são eliminadas, não
No inconsciente pessoal ficam armazenadas todas as Existe a possibilidade da formação de um aglomerado de Para Jung os complexos não são necessariamente um obstáculo
Na procura da origem dos complexos, Jung descobriu outro nível O inconsciente coletivo é a parte da psique que se pode distinguir O inconsciente coletivo é um reservatório de imagens latentes, O homem herda tais imagens do passado ancestral, passado que Os conteúdos do inconsciente coletivo denominam-se Jung escreveu : Os arquétipos são universais, isto é, todos herdam
as mesmas |
| Bibliografia :
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